
Carol Calais Arte
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Retrato Realista
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Técnicas com Nanquim
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Cores
Trabalhos em Aquarela, Gouache, Lápis de Cor e Lápis de Cor Aquarelável
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Trabalhos de Ilustração
Carvão e Giz Pastel Seco

[...]
"Fazia já alguns minutos que olhava fixamente o alto do barril, e o que então me surpreendeu foi não ter visto antes o que havia sobre o mesmo. Aproximei-me e toquei-o com a mão. Era um gato preto, enorme _ tão grande quanto Pluto _ e que, sob todos os aspectos, salvo um, se assemelhava a ele. Pluto não tinha um único pêlo branco em todo o corpo _ e o bichano que ali estava possuía uma mancha larga e branca, embora de forma indefinida, a cobrir-lhe quase toda a região do peito."
[...]
Edgar Allan Poe
[...]"Decorrido um momento, doze braços vigorosos atacaram a parede, que caiu por terra. O cadáver, já em adiantado estado de decomposição, e coberto de sangue coagulado, apareceu, ereto, aos olhos dos presentes.
Sobre sua cabeça, com a boca vermelha dilatada e o único olho chamejante, achava-se pousado o animal odioso, cuja astúcia me levou ao assassínio e cuja voz reveladora me entregava ao carrasco. Eu havia emparedado o monstro dentro da tumba!"
Edgar Allan Poe


"O Corvo apanhou hum queijo, e com elle fugindo, se pousou sobre huma arvore. Vio-o a Raposa, e desejou de lhe comer o seu queijo: e pondo-se ao pé da arvore, começou a dizer ao Corvo: Por certo que es formoso e gentilhomem, e poucos passaros ha que te ganhem. Tu es bem disposto e mui galante; se acertaras de saber cantar, nenhuma ave se comparara comtigo. Soberbo o Corvo destes gabos, e desejando de lhe parecer bem, levanta o pescoço para cantar; porém abrindo a boca cahio-lhe o queijo. A Raposa o tomou e foi-se, ficando o Corvo faminto e corrido da sua propria ignorancia."
A Raposa e o Corvo
Esopo
















